20 de novembro de 2007

Islã como inimigo

Imagem do Islã como inimigo

“Para muitos no Ocidente, depois da queda do comunismo, o islã teve que assumir o papel de inimigo. Um inimigo serve para muita coisa; desempenha várias funções não apenas políticas e sociais, mas também no campo da psicologia individual:
*Um inimigo nos alivia. A culpa não é nossa nem dos nossos amigos, mas é toda do inimigo! Nossos sentimentos de culpa reprimidos e nosso complexo de inferioridade, nossas agressões e frustrações, podem, sem qualquer risco, voltar-se para fora, ser projetadas sobre ele. Um inimigo nos torna possível uma mentalidade de bode expiatório.
*Um inimigo une. Se em muitas coisas somos desunidos, diante do inimigo somos conjurados! Um inimigo comum reforça a coesão. Faz-nos cerrar fileiras firmemente e isolar os que discordam. Um inimigo favorece o pensar em conjunto.
*Um inimigo polariza. Ao se reduzirem as possibilidades a uma alternativa única, as pessoas podem efetivamente categorizar as outras, numa discussão política, como amigas e inimigas. Se não sabemos a favor de quem somos, ao menos sabemos contra quem somos. As frentes ficam claras. Cada um sabe onde se encontra. Um inimigo impele todo mundo para um esquema amigo-inimigo.
*Um inimigo ativa. Torna desnecessária a informação e orientação própria. Podemos e devemos defender-nos contra os outros, contra os estranhos, contra os inimigos, quer externo quer internos. Então temos necessidade não apenas da desconfiança, mas também da inimizade e, se for preciso, também da violência contra as pessoas, violência física, psíquica, política ou até mesmo militar. Um inimigo leva-me a superar escrúpulos de matar, leva-nos com facilidade à guerra, fria e quente”.


Hans Küng; Religiões do mundo. Pág. 253



Um inimigo sempre ajuda em nossas dificuldades. Exemplo disso os Estados Unidos, que estão em crise política e econômica e querem achar um culpado para tudo isso, para poderem se manter em um poder fracassado em uma economia falida, fazendo guerras matando gentes inocentes, que não tem nada a ver com a atual situação deles, mas um inimigo ajuda a manter os soberania de grande nação.


ERICO GABRIEL

16 de novembro de 2007

A Modernidade em Crise



“Não se pode deixar de ver que agora a moderna fé no progresso, na razão e na nação aparece a muitas sob uma luz ambígua. Talvez na Wall Street de Nova York a dupla face da modernidade se mostre com mais clareza que em qualquer outro lugar:
Cada vez mais pessoas se beneficiam hoje da moderna liberdade e bem-estar. Mas cada vez mais pessoas deixam de alcançar o correspondente progresso nas questões da moral e do etos.
Cada vez mais pessoas se encontram envolvidas em um sistema financeiro e econômico que opera globalmente. Mas são cada vez mais aquelas que exigem uma melhor justiça distributiva e preocupação com os que são prejudicados pela globalização.
Cada vez mais pessoas participam dos frutos de uma tecnologia de grande eficiência. Mas são cada vez mais numerosas aquelas que desejam um maior controle, desejam humanização em lugar de racionalismo.
Cada vez mais pessoas aprovam a democracia, que aos poucos vai se impondo também fora da Europa e da América do Norte. Mas são também cada vez mais numerosas aquelas que não vêem ainda uma paz nem uma nova ordem do mundo. Na verdade, cada vez mais as torres avançam em direção ao céu, e cada vez menos o céu é encontrado na terra”.


Erico Gabriel - MDJ
Hans küng, Religiões do mundo, pág. 245.

15 de novembro de 2007

II ENCOTRÃO MDJ

É pessoal, depois de muita espera e eh claro Preparação... Aconteceu dia 11 de novembro no IEDB (Instituto de Ensino Dom Bosco) – Paróquia Dom Bosco, em Guarapuava, o nosso II Encontrão de Missionários.
O encontro contou com a presença de nosso bispo diocesano Dom Antônio Wagner da Silva, e dos padres Erondi Alves da Silva (Ação evangelizadora), Sebastião Guina (Boa Ventura de São Roque) e Zezinho (Pitanga). E é claro de mais de 100 jovens de todos os cantos de nossa diocese, e com a participação de várias religiosas e seminaristas de nossa diocese (Filosofia- Fco. Beltrão/ Teologia – Cascavel).
A juventude que participou teve a oportunidade de viver momentos intensos de espiritualidade, formação e descontração. Iniciamos com santa missa presidida por nosso bispo diocesano e demais sacerdotes presentes.
Após a celebração da missa os jovens foram divididos em 10 grupos que deveriam passar por 10 oficinas, de 10 minutos cada, com os mais variados temas.
À tarde, depois de recobradas as forças com o almoço, foi escolhido o hino da MDJ para essa nova etapa da missão, correspondente aos anos 2008/2009.
A seguir os jovens foram motivados para um “arrasta pé”, que alegrou o ambiente. O dia terminou com uma caminhada realizada pelas ruas do bairro.
O hino escolhido pelos jurados foi “Hino da MDJ”, composta por Alessandra Wantroba e interpretada pelo seminarista Aloísio Pasturczak, do propedêutico. A segunda colocada foi “Na missão pra fazer transformação”, de composição e interpretação de Jean Patrik Soares, e a terceira colocada: “Hei juventude”, composição e interpretação de Ângelo Altair de Oliveira.


Acompanhem agora o hino e alguns dos momentos do II Encontrão...

e Arquivos MDJ - LK

2 de novembro de 2007


Esse é o nosso novo símbolo da MDJ

II ENCONTRÃO MDJ


SE Liga aí JUVENTUDE MISSIONÁRIA, DIA 11 de Novembro de 2007, no Instituto Educacional Dom Bosco, em Guarapuava. Acontecerá o II ENCONTRÃO da MDJ.
Organizem-se com seus grupos, e venham participar conosco.
Será um dia muito agradável de confraternização, formação e oração. Além de todos os missionários da diocese poderem se conhecer, e se integrar a essa grande FAMÍLIA!
Aguardamos a todas e todos, não falte sua presença é muito importante, para nós você é único.
Ah e mais uma coisa nesse dia será escolhido por todos vocês o Hino da MDJ...